Ele já conhece a sua casa, já sabe o que vai pedir, e mesmo assim você paga comissão toda vez que ele pede. A M7Labs põe no ar o delivery com a sua marca: o cliente pede no seu site, paga antes de você produzir, o pedido sai na comanda da sua cozinha e a corrida vai pros seus motoboys. E a lista de quem pediu passa a ser sua.
A M7Labs constrói o sistema inteiro e entrega funcionando: site, pedido, cozinha, entrega e cobrança no mesmo motor — sem você juntar peça de cinco fornecedores.
As taxas dos aplicativos são públicas: 12% quando a entrega é sua, mais 3,2% de taxa de pagamento. Se a entrega é do app, 23%, que chegam perto de 26,5%. Mais a mensalidade.
| Se você fatura no app | Sai por mês | Sai por ano |
|---|---|---|
| R$ 5.000 | R$ 1.475 | R$ 17.700 |
| R$ 15.000 | R$ 4.125 | R$ 49.500 |
| R$ 40.000 | R$ 10.750 | R$ 129.000 |
Você vê o que precisa pra entregar aquele pedido e nada mais. Não tem lista pra baixar, não dá pra separar quem vem sempre de quem sumiu, e mandar promoção pra quem pediu pelo app não é permitido — pela lei, os dados são do aplicativo.
O freguês que pedia toda semana parou faz dois meses e você não ficou sabendo. Sem a lista, não existe chamar de volta — existe torcer pra ele voltar sozinho.
Pedido pago na porta é trote, endereço que não existe, cliente que não separou o dinheiro, maquininha sem sinal na portaria e troco que ninguém tem. Cada um desses é insumo que já foi pra chapa e não volta.
Mudou a taxa, mudou a posição na lista, mudou a política: você fica sabendo depois. Quem não tem canal próprio não tem para onde ir — e negocia sem nenhuma carta na mão.
E nem deveria. É lá que gente que nunca comeu na sua casa descobre a sua casa. O que não faz sentido é pagar vitrine pro freguês que já vem toda semana — esse já sabe o caminho.
Seu delivery com a sua marca e endereço próprio — suacasa.com.br. Cardápio com foto, tamanho, meio a meio e adicionais, zonas e valores de entrega. Hospedagem inclusa e preparado pro Google e pras inteligências artificiais te acharem.
O cliente pede e paga no link. O pedido sai impresso na mesma comanda que vocês já usam, na impressora que já está no balcão. A cozinha não precisa aprender nada — lê o papel de sempre.
O dinheiro entra na sua conta antes de o pedido ir pra chapa.
O sistema oferece a entrega pra sua equipe e o primeiro que aceita leva. O cliente acompanha por um link, sem você precisar responder "já saiu?" dez vezes. E o painel fecha a semana por entregador, pronto pra imprimir.
O painel é onde a casa trabalha: pedidos do dia, cardápio, preços, zonas, motoboys e fechamento de caixa. Os relatórios saem no papel, no formato que o seu contador já recebe.
Nome, telefone, o que pediu e quando. Você passa a saber quem sumiu — e a poder chamar de volta antes de perder o freguês pra esquina. Essa lista é sua e sai com você se um dia quiser.
Você está no mercado e acabou a picanha: manda mensagem e o item sai do ar na hora. Domingo de manhã quer saber como foi o sábado: pede o resumo e ele chega. O painel é pra trabalhar; o WhatsApp é pra quando você não está na frente da tela.
"Tira a costela do cardápio hoje"
"Como foi o sábado?"
A diferença entre os planos é simples: no primeiro, você tem o delivery no ar e a lista começa a se formar. Do segundo em diante, o sistema chama de volta quem sumiu e publica sozinho nas suas redes.
Pra tirar o delivery do aplicativo e começar a formar a sua lista.
Os 10% correm sobre os produtos — nunca sobre a taxa de entrega, que é do seu motoboy.
Pra casa que quer o freguês voltando sem depender de promoção no app.
Menos de R$ 24 por dia — e cada freguês que volta paga o dia inteiro.
Volume, mais de uma loja ou marca própria — a operação girando sozinha.
Valor exato sai em proposta — cada operação é um escopo.
| Canal | Custo | De quem é o cliente |
|---|---|---|
| Aplicativo, com a entrega dele | ~26,5% | do app |
| Aplicativo, com a sua moto | ~15,2% | do app |
| Seu canal próprio | 10% | seu |
Não, e a gente não recomenda. O aplicativo é onde gente nova te descobre — vale o que custa pra isso. O canal próprio é pra quem já te conhece. Os dois convivem, e o seu movimento é que decide quanto vai pra cada lado.
Não. O pedido sai impresso na mesma comanda que vocês já usam, na impressora do balcão. Em hora de pico ninguém olha tela nova, e a gente sabe disso. Quem mexe no painel é você, não a produção.
Pode. O pedido entra pelo sistema do mesmo jeito e conta os 10%; o que não deu pra descontar na hora fica como saldo à mostra no painel e é compensado nos próximos repasses, aos poucos, sem apertar o seu caixa. Pedido cancelado tem a taxa devolvida.
Nunca. O pagamento vai direto pra sua conta e os 10% são retidos no mesmo movimento. A gente não é intermediário do seu caixa — a conta bancária do delivery é a sua, e o cliente é seu.
Sim. O M7Delivery organiza e oferece a corrida pra sua equipe, faz o rastreio pro cliente e fecha a semana por entregador. Quem contrata e paga o motoboy continua sendo você, do jeito que já paga hoje.
É sua, e sai com você. Exportação a qualquer momento, sem pedir autorização e sem carência. Se um dia quiser trocar de fornecedor, leva a base junto — é o contrário do que acontece hoje.
Cerca de 30 dias depois de fechado. O cardápio já nasce cadastrado com tamanhos e adicionais, as zonas de entrega configuradas e a impressora ligada — não começa vazio nem começa com você digitando.
Nenhuma média de mercado vale o seu número real. A gente abre a sua fatura, calcula quanto do seu movimento dá pra trazer pra casa no primeiro ano, e você decide com a conta na frente. Sem promessa de milagre e sem pedir pra você largar o app — só a parte do seu movimento que já era sua desde o começo.
Fazer a conta no WhatsApp (11) 92505-1977 · m7labs.com.br